Fevereiro 24, 2018

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Como reduzir consumo de energia no setor produtivo

Dentro do sistema de distribuição de energia no Brasil, as indústrias em geral são responsáveis por mais da metade do consumo. Além das altas tarifas energéticas no País, as organizações ainda têm o desafio de buscar novos modelos de gestão para reduzir os custos operacionais e enfrentar a escassez de energia no Brasil.

A palavra de ordem é reduzir o consumo de energia por meio de programas de eficiência. Muitas empresas possuem o Sistema de Gestão de Energia (SGE), uma estrutura de trabalho para o gerenciamento sistemático do consumo de eletricidade. Nesse caso, o incentivo à ISO 50001 é fundamental. Assim como para programas de qualidade (ISO 9001) e ambientais (ISO 14001), uma certificação dentro do SGE vem aprimorando programas empresariais ligados à eficiência energética e sustentabilidade ambiental.

Atualmente, poucas empresas já se beneficiaram com normas, publicações, treinamentos, softwares e certificação relacionados a essa regulação. Embora seja mais apropriada às companhias que possuem um consumo elevado de energia, a ISO 50001 pode ser implementada em quaisquer organizações, seja de pequeno, médio e grande porte, independentemente das condições geográficas, culturais e sociais.

Tal como acontece com outras normas de sistemas de gestão, a complexidade do sistema, o volume de documentação e os recursos dedicados podem ser definidos de acordo com as características de cada organização: pequenas ou grandes, públicas ou privadas.

A ISO 50001 pode ser facilmente integrada aos Sistemas de Gestão da Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança, para todos os tipos de organização dispostas a monitorar e melhorar sua eficiência energética.

O próprio Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do Proesco, possui linhas de crédito para apoiar projetos de eficiência energética. Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ESCO), usuários finais e companhias de geração, transmissão e distribuição de podem solicitar o financiamento.

Basta comprovar que possuem intervenções que contribuam para a economia de energia, aumentem a eficiência global do sistema energético ou promovam a substituição de combustíveis de origem fóssil por fontes renováveis.

Dentre os focos de ação possíveis, destacam-se os seguintes: iluminação; motores; otimização de processos; ar comprimido; bombeamento; ar condicionado e ventilação; refrigeração e resfriamento; produção e distribuição de vapor; aquecimento; automação e controle; geração, transmissão e distribuição de energia; gerenciamento energético; melhoria da qualidade da energia, inclusive correção do fator de potência; e redução da demanda no horário de ponta do consumo do sistema elétrico. Confira algumas dicas para reduzir o consumo de energia.

Atenção ao horário de pico

O horário de pico se estende das 17h às 22h, onde registra-se o auge do gasto energético no Brasil, momento em que as pessoas estão em casa com suas atividades que consomem alta quantidade de energia. Cada região no País determina um período de três horas em que as tarifas têm um preço mais elevado.

Aproveite a luz solar

Manter as janelas abertas, unificar o espaço físico com a retirada de paredes e reaproximar os locais de trabalho da luz natural são algumas iniciativas que ajudam a reduzir a necessidade de iluminação artificial.

Priorize a circulação do ar

Uma das formas mais simples de reduzir o gasto com refrigeração é promover uma circulação de ar mais eficiente, levando-se em não somente as saídas de ar, mas também as entradas.

Prefira cores claras

Tons escuros requerem mais iluminação e mais refrigeração, já que. tais cores absorvem a luz e a energia capturada tende a deixar os ambientes mais quentes.

Manutenção e troca de equipamentos

Mude o tipo de lâmpadas utilizadas no ambiente de trabalho. Prefira as fluorescentes ou as de LED, que consomem menos energia, do que as tradicionais incandescentes. A mesma lógica se aplica para todo tipo de aparelho, desde ares-condicionados até refrigeradores e monitores de computador. Geralmente, os mais modernos tendem a gastar menos energia e, em alguns casos, chegam a pagar o investimento em alguns meses.

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